“Chef”

Oi (de novo), gente!

   Mês passado eu vi um filme que muitos já devem ter visto, mas mesmo assim achei que valia um post de recomendação!
   O filme “Chef”, de 2014, traz a história de Carl, um chef de cozinha que, cansado de ter suas ideias de pratos vetadas por seu chefe, o dono do restaurante Galouise, em Brentwood, na Califórnia, pede demissão do emprego, resolve ouvir os conselhos de sua ex-mulher e monta um food-truck de comida cubana, o El Jefe.
   Obviamente não vou dar spoiler sobre o que acontece durante o file, mas fica aqui a minha dica. Acho que ele se relaciona bastante com o nosso tema, por isso resolvi recomenda-lo. Como amo tudo relacionado a cozinha e sou apaixonada por filmes, gostei bastante desse. Espero que vocês gostem também!
-malú 

Tasty!

Oi gente!

Na sexta-feira passada, durante a aula de história, uma menina da minha sala nos apresentou uma página no Facebook chamada Tasty, na qual são postados vídeos de comidinhas (na maior parte das vezes) fáceis e rápidas de serem feitas. Como eu AMO cozinhar (e comer, haha), eu simplesmente passei duas horas da minha sexta feira véspera de semana de provas assistindo as receitas.

Recomendo muito a página pra quem não tem muita habilidade na cozinha ou simplesmente pra quem estiver morrendo de fome e não souber o que comer. Tem receitas para todos os gostos 🙂

Espero que vocês gostem! ❤

-malú

O que pensamos

… sobre nossa avaliação do projeto Móbile na Metrópole e sugestões para os próximos anos

O projeto Móbile na Metrópole foi, com certeza, algo muito marcante no nosso 2º ano. Em fevereiro, quando os coordenadores do projeto nos apresentaram o Móbile na Metrópole, todo o processo era novo para os alunos do atual segundo ano. Com o tempo, fomos nos familiarizando com a proposta e o MNM passou a fazer parte de nossas rotinas. Por ser tão complexo, presente e diferente de tudo que já havíamos feito, o projeto teve aspectos tanto positivos, que nos divertiam em meio a uma vida já bem estressante de aluno ‘mobiliano’, quanto negativos, que acabavam por nos desanimar, algumas vezes, e em outras, aumentar o estresse. Como etapa final de toda a nossa trajetória, nos foi proposto apresentar sugestões para que o projeto seja melhorado nos próximos anos.

O maior ponto positivo do projeto, que com certeza deve ser mantido, são os três dias de viagem por São Paulo. Como dissemos em outros posts, essas visitas aumentaram nossa integração com a cidade: pudemos conhecer novos lugares e vivenciar experiências únicas, como as idas às ocupações, as pedaladas pela cidade e a visita à polêmica exposição da artista performática Marina Abramović. Além disso, pudemos conhecer melhor pessoas com as quais, na escola, sequer falávamos. Dessa forma, o projeto começou a fazer mais sentido para nós: trabalhar com a nossa cidade, na qual estávamos, a partir daquela viagem, imersos, passou a motivar-nos bastante na produção do nosso minidocumentário.

Outra proposta que nos animou – ainda que não a todas no início, mas a grande parte do grupo ao longo do ano – foi o blog. Encontramos nele um espaço  em que podíamos expressar nossos objetivos com o trabalho, relatar nosso processo e até mesmo compartilhar algumas dicas – tudo isso de forma mais livre e criativa do que um mero texto acadêmico. Apesar disso, depois de determinado tempo, fomos instruídas a postar apenas textos diretamente relacionados ao tema escolhido, o que nos impediu de continuar a publicar outras dicas culturais sobre a metrópole como um todo.

Além desses dois aspectos, o vídeo de correção do blog nos ajudaram bastante durante o desenvolvimento do projeto. Os pontos a serem melhorados, os aspectos já bons que havíamos apresentado e toda a dedicação que podia ser percebida pelos detalhes observados e pelo tempo gasto para a produção no vídeo (André <3) foram muito úteis.

No entanto, algumas questões do MNM não nos agradaram, e é importante que deixemos isso claro para que haja melhoras para os anos que estão por vir. Um aspecto que afetou diretamente o nosso grupo e o trabalho foi o de equipamentos. Nem todos os alunos têm microfones, câmeras ou tripés de qualidade e, a partir do momento em que somos avaliados pela edição do vídeo e, consequentemente, a qualidade de áudio e imagem, achamos que seria justo termos disponibilizadas ferramentas que nos permitissem trabalhar melhor. É claro que é inviável comprar equipamentos para cada um dos grupos, mas poderia haver, pelo menos, um rodízio; os alunos poderiam agendar o “aluguel” e devolver em certo prazo para que outras pessoas pudessem usar.

Um outro aspecto, que se aproxima bastante deste de ferramentas tecnológicas, quando se fala das etapas técnicas, é a organização de oficinas de edição. Este ponto chegou a ser levantado durante as aulas, mas não foi realizado, talvez por falta de disponibilidade ou até de um caráter oficial da sugestão. Mas acreditamos que as oficinas são fundamentais, já que – reforçamos – somos avaliados (ainda que esta constitua uma pequena parte das rubricas de correção) pela qualidade de som e filmagem.

Ademais, acreditamos que algumas datas de entrega nos foram apresentadas em cima da hora. Tivemos, por exemplo, pouco tempo para procurar textos acadêmicos que melhor embasassem a escolha de nosso tema. Além desse post específico, a data de postagem do vídeo argumento nos foi apresentada três semanas antes da entrega desse. Se soubéssemos, logo em fevereiro, o data limite de entrega das avaliações mais importantes do projeto, poderíamos nos planejar melhor, conciliando todas essas demandas aos nossos outros compromissos. Por isso, pensamos que, nos próximos anos, as datas de entrega das avaliações mais importantes poderiam ser entregues aos alunos logo na primeira reunião com os envolvidos no projeto.

Pensamos ainda que as grades de correção, tanto dos vídeos quanto do blog foram divulgadas sem antecedência e com pouco detalhamento. Desse modo, em alguns momentos, como por exemplo o da entrega do nosso minidoc, não pudemos nos basear nelas para orientar o nosso trabalho, uma vez que já havíamos concluído as filmagens e a edição quando a grade nos foi apresentada. Além disso, achamos que a correção dos instrumentos de avaliação do 3º bimestre não foi divulgada a tempo. Como já dissemos, essas grades são fundamentais para que possamos refletir sobre o que fizemos, como reflexo do nosso esforço e aprendizado.

O #MNM é um projeto que ainda tem vários pontos a serem melhorados. Apesar disso, foi um passo importante para o nosso 2º ano, que não só nos marcou, como também nos transformou (veja como aqui).

– loira, japa, carioca e malú

Finalizado o projeto, só resta refletir

Como já dissemos em outros posts, fazer um minidocumentário não é nada fácil. Nadinha. Ainda mais pra nós, que nunca tínhamos produzido um na vida. Assim, nada menos esperado do que acharmos dificuldades no meio do caminho, fazermos alguma coisa errado, ou não sabermos como agir em certas situações.

Hoje, analisando todo o nosso percurso, podemos dizer, com certeza, que mudaríamos o modo de lidar com eventuais problemas. Criar um mini documentário e pensar em como retratar algo que antes não passava de rascunhos num papel e ideias vagas em nossas cabeças foram, sem sombra de dúvidas, desafios, que tentamos enfrentar com o que conhecíamos no momento. No entanto, notamos alguns pontos específicos que, se tivessem sido previamente pensados e melhorados, poderiam facilitar o nosso projeto.

Em primeiro lugar, repensaríamos o nosso tema. Apesar de amarmos ele, por ter uma forte ligação com nosso grupo, ao colocá-lo no documentário, pode não ser um assunto que interessasse a tantas pessoas. Conversando com várias ao longo do processo, ouvimos diferentes opiniões, antes de pôr tudo em prática:  algumas pessoas acreditavam que o documentário deveria retratar o nosso tema por meio que duas histórias diferentes e mais subjetivas, sentimentais; outras acreditavam que o tema deveria ser abordado de maneira mais ampla, sem focar na história dos entrevistados, mas sim no tema de modo mais geral. Assim, apesar do documentário com um toque mais íntimo ter agradado ao nosso grupo, nem todas as pessoas parecem ter o mesmo interesse.

Em segundo lugar, repensaríamos a organização do grupo ao longo do próprio processo de  estruturação e de realização do nosso minidocumentário. Para começar, ficamos um pouco atrasadas na coleta de material para nosso projeto final, porque as férias, apesar de serem um período dedicado ao descanso, seriam o momento ideal para já ter tudo pronto, visto o tempo que nos foi dado para a realização do trabalho (ainda que não devêssemos, teoricamente, nos preocupar com a escola durante o mês de Julho). Grande parte do grupo passou praticamente o mês todo viajando, o que impossibilitou um maior avanço no projeto.No entanto, a malú e a carioca, mesmo estando no Canadá, conversaram com a loira e a japa sobre o trabalho. Tentamos marcar entrevistas com algum food truck. Nos deparamos, então, com um novo problema: não obtínhamos resposta. Foi só no início de agosto que o Holy Pasta marcou uma entrevista conosco.  

Passadas as férias, as aulas começaram com tudo (livros, trabalhos, provas e lições de casa), e o tempo disponível para o projeto ficou cada vez mais escasso, o que fez com que tivéssemos menos tempo que pudesse ser dedicado ao trabalho. Com isso, deixamos para fazer as filmagens um pouco mais tarde do que previsto. No final deu tudo certo, mas com certeza pensamos que uma organização mais rígida faria com que essas imagens já estivessem prontas antes. Estando as filmagens atrasadas, a edição do documentário também ficou.

Os aspectos técnicos também são uma área que poderia ter sido trabalhada melhor. O grupo deveria ter reforçado a necessidade de oficinas que ensinassem pelo menos o básico de edição de vídeos, já que essa é parte importante da produção de um minidoc. O nosso grupo em particular teve muitos problemas com o áudio dos vídeos do food truck. Já que filmamos o nosso entrevistado, dono do Holy Pasta, na rua, barulhos de buzina, carros, ônibus, caminhões, motos e pessoas foram inevitáveis. Apesar de termos procurado o melhor lugar possível para realizar a entrevista, em uma rua menos movimentada, não podíamos fugir da rua, local no qual fica um food truck e que marca a sua essência de ser um restaurante sobre rodas e parte integrante da metrópole . Assim, como terceiro ponto a ser mudado, solicitaríamos novamente aos coordenadores do projeto uma oficina para a edição de som. Desse modo, o áudio do nosso documentário com certeza melhoraria

Enfim, essas foram algumas das dificuldades que tivemos que enfrentar. Sabíamos, desde o início, que teríamos problemas; afinal, como já dissemos, essa foi a nossa primeira experiência lidando com minidocumentários. Apesar de tudo isso, agora sabemos como lidar melhor tanto com um trabalho como esse, quanto com a progressão de um documentário e com a organização a ser planejada no processo.

Todo o nosso processo foi documentado passo a passo por meio de atualizações na nossa conta do Instagram. Pra quem quiser ver como foi, é só clicar aqui 

dia de edição! 🎬🇮🇹🍝

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japa, loira, carioca e malú. 

Aprendendo sempre

  Desde o dia em que os professores coordenadores do projeto nos apresentaram a proposta do mini-documentário, eu comecei a ficar um pouco receosa. Mini-documentário? Quê? Por mais que eu AME documentários e já tenha visto muitos, é totalmente diferente ser passivo como espectador e ativo como produtor, é óbvio.
Ao longo do segundo semestre, com as filmagens e edições, senti que não sabia direito qual rumo tomar. Acho que grande parte dessa insegurança se deu pelo fato de não termos tido uma oficina para edição de documentários, para construção de sua linha de raciocínio ou até mesmo os critérios de correção do vídeo (aos quais só tivemos acesso uma semana antes de entrega do projeto, véspera de provas bimestrais). Acho que, apesar da dificuldade que tudo isso trouxe a mim, acredito que tenha me obrigado a correr atrás daquilo que eu precisa e julgava ser o certo. Aprendi também a editar vídeos, imagens, sons e afins, o que gostei bastante.
Para além do processo mais prático, aprendi também a ouvir o outro (como entrevistei pessoas para o documentário, isso é essencial), o que várias vezes não fazia direito.
Como já disse, a data de entrega do nosso mini-documentário (que em breve será compartilhado aqui no blog) foi na semana de provas bimestrais, um dia antes do início delas, mais especificamente. Por conta disso, eu precisei me organizar muito bem para dar conta de um trabalho que não é nada simples de ser feito e demanda horas e mais horas de sono, estudo, lazer e momentos de ócio, e dos meus estudos para exatas, principalmente. Então, outra coisa que aprendi: me organizar!
Por último, aprendi também a lidar com (grandes) decepções. Não falamos ainda aqui, mas a nota final do nosso documentário foi 6,5. Por conta de todo nosso esforço e dedicação, fiquei extremamente chateada e posso até dizer irritada com o resultado. Assim, tive que procurar em mim ferramentas para que tal decepção não me influenciasse de uma maneira a me prejudicar.
Acredito que, ao longo do projeto, nossas expectativas em relação ao mini-documentário só cresciam com a aproximação da data de entrega. Procuramos, por meio do blog, compartilhar as alegrias e frustrações do nosso trajeto. Assim, acredito que o blog traduz bastante bem nosso processo de aprendizado. Acredito, porém, que apesar do mini-documentário retratar parte do meu aprendizado durante o ano, ele não o faz completamente. Acredito ter aprendido muito mais com o que ele me fez passar do que com o que ele retrata em si.

-malú

  Antes de tudo, acho importante destacar o modo como fazer o mini-documentário abriu portas para que eu aprendesse a trabalhar melhor em equipe. Diversas vezes, tivemos de nos reunir para debater nosso tema, fazer uma gravação ou editar um vídeo. Frequentemente, nos deparávamos com imprevistos e com dificuldades para planejar tudo isso. Conciliar os nosso grupos e tentar entrar em contato com os nossos entrevistados não foram tarefas fáceis. Além disso, ao longo do processo, tivemos algumas discussões, divergiamos em diversos aspectos, mas creio que tudo isso nos ajudou a fortalecer como um time. Aprendemos a ouvir umas às outras e a expor nossas opiniões; debatíamos e só então chegávamos a uma decisão final.
Todos esses problemas não teriam sido superados se não estivéssemos dispostas a cooperar. O fato de termos compartilhado frustrações e desabafado sobre os nosso incômodos serviu para nos aproximar inclusive como amigas. Sempre fomos muito próximas, mas agora, no final do 2° ano, estamos mais unidas do que nunca. Mesmo que o trabalho tenha sido desafiador, conseguimos buscar apoio nas outras. Saber que tínhamos um suporte foi essencial para que nós seguíssemos em frente, independente dos problemas que teríamos que enfrentar – e de fato tivemos que encarar – ao longo do processo.
Acho, portanto, que a produção do mini-doc serviu, sobretudo, para que eu aprendesse a trabalhar em coletivo. Nesse sentido, os posts que fizemos traduzem bem esse processo. Sempre procurávamos nos reunir, mesmo que por skype, para criar um trabalho que tivesse a cara de todas e que refletisse tudo o que pensávamos. Chegamos a inclusive fazer postagens em grupo, mesmo que essas não fossem propostas pelos professores. O melhor exemplo disso é o meu post com a malú em que falamos sobre uma receita de cookies que, especificamente, demonstra como a culinária pode servir para que nos aproximemos das pessoas com as quais nos importamos. Nosso blog reflete, então, o maior aprendizado que tive no #MNM como um todo: cooperação.

japa

  A ideia de ter que fazer um trabalho que duraria o ano todo, tendo como resultado um blog e um minidocumentário, me animou desde o início. Sempre gostei muito de ter projetos mais criativos, que precisassem de planejamento e originalidade. Mas, como nem tudo são flores, o processo todo não é nada fácil, principalmente do que diz respeito à parte do vídeo!
Pra começar, diferente da malú, eu nunca fui de assistir a documentários. Não que eles não me interessassem, mas a verdade é que nunca foram minha preferência. Abria o Netflix, marcava vários na minha lista, mas acabava dando prioridade aos filmes, que, na minha visão, não eram tão acadêmicos e puramente educativos quanto os documentários. Por isso, uma das coisas que aprendi no trabalho foi que esse tipo de vídeo não é só um acúmulo de informações, mas sim algo com um posicionamento por trás, além de sentimento. Hoje, eu diria que o documentário tem que ter opinião e sentimento como bases.
Outro ponto que colaborou pra acabar com a minha idealização de como projetos criativos em grupo eram maravilhosos foi o próprio grupo. Não que o nosso tenha sido ruim, muito pelo contrário! O “Mais sabor que dissabor” foi uma grande construção que nós fizemos, juntas, ao longo desse ano, apesar de todas as dificuldades. E é a maior representação de que existem saídas para discordâncias e estresses entre quem está trabalhando junto em um mesmo projeto. Então, um dos maiores – senão o maior – aprendizado que eu ganhei na produção do minidocumentário foi trabalhar em grupo. Não se faz uma atividade dessa dimensão individualmente; tomar decisões não é algo fácil e de escolha própria; nem sempre a sua opinião vai ser a certa; abrir mão de certas vontades às vezes é possível e necessário. E, acima de tudo, uma relação pessoal não deve ser posta em xeque por causa de uma ligação acadêmica (e isso, no fim, conseguimos fazer muito bem).
Existem, ainda, alguns aspectos mais práticos que também puderam ser trabalhados durante o processo, como a questão da organização, fundamental para cumprir prazos e realizar todas as tarefas. Ou, ainda, trabalhar sobre pressão. Porque a organização às vezes não é o bastante e não se tem para onde fugir. Por experiência própria: mesmo com divisão de trabalhos e início do projeto final com bastante antecedência, não foi fácil lidar com uma data de entrega tão perto das bimestrais. Então, trabalhar sobre pressão, com paciência e concentração, é preciso! Além disso, um outro tópico foi aprender a lidar com imprevistos: nosso grupo teve problemas com o áudio, especificamente. Apesar disso, tínhamos uma gravação de backup e pudemos melhorar ao máximo, no programa de edição, o som do nosso minidocumentário.
Uma área em que eu achava que aprenderia mais, mas na qual acabei por não ter nenhum avanço, foi a da edição. Nesse momento, utilizamos todo o pouco conhecimento prévio que tínhamos sobre o assunto e tivemos, assim, que tomar algumas medidas imediatas, como a de melhoria do áudio.
No final, tendo prós e contras, precisamos sempre tentar tirar mais sabor que dissabor da situação…

carioca

  Como vocês já sabem, este projeto que a Escola Móbile nos proporcionou foi um projeto que durou o ano todo, e por ter durado todo o ano, só estamos vendo os frutos sendo colhidos agora, no final do ano! Os frutos eu digo tanto o trabalho final, nosso mini documentário, quanto o aprendizado da experiência tida com o estudo do meio e como isso se refletiu na relação que temos com própria metrópole hoje. Vendo um documentário de dez minutos já pronto parece tarefa fácil, mas não foi nem de longe. Primeiro de tudo porque não tivemos embasamento técnico para obter um produto final com a qualidade que estavam esperando de nós, e sem essa consistência técnica que deveriam ter sido garantida pelos coordenadores do projeto, é impossível produzir um documentário no nível que estavam desejando, além de que sem base técnica de edição, nosso processo de foi bastante complicado e estressante. Acho que um erro do projeto foi pensar que a edição não seria um problema, quando na verdade é um aspecto essencial para a produção de um mini documentário ou qualquer instrumento visual de qualidade, já que a edição influencia na progressão de ideias do documentário. Por causa dessas dificuldades técnicas obtidas pelo grupo, o nosso produto final não traduz a nossa travessia durante este ano, pois como dito anteriormente, a edição e um aspecto essencial para a progressão do documentário e como não tínhamos embasamento, nosso documentário se tornou um pouco frágil apesar de que a consistência das ideias e do tema é clara.

Um documentário é um retrato pessoal da realidade ou de qualquer assunto a ser retratado pelo produtor desse, sendo um retrato pessoal todo documentário e subjetivo. Documentários revelam a perspectiva de quem o está fazendo diante de sua visão e por isso, cada cena ou imagem escolhida tem uma função específica para o entedimento e progressão do trabalho final, e o projeto proporcionou uma mudança da minha concepção anterior do que e um documentário, algo bastante positivo pois me fez começar a olhar documentários com outros olhos, não de que aquilo é a verdade da realidade, mas sim uma visão particular dela.

-loira

Ajudando a melhorar

Oi, gente!

Como vocês já sabem, todos os alunos do nosso ano estão envolvidos com o projeto #MobileNaMetropole e todos os grupos possuem um blog. Visitamos os de alguns grupos e fizemos algumas sugestões. Os links dos comentários e dos blogs deles estão abaixo.

Viagem ao Mundo em SP (japa comentou)

Imobilidade (malú comentou)

Nossa São Paulo (loira comentou)

1 em 11,8 milhões (carioca comentou)

-japa, loira, carioca e malú

Uma desculpa e uma notícia

Oi, gente

Queríamos pedir desculpas por não termos postado nada recentemente. Daqui a uma semana, entregaremos o nosso mini-documentário e estamos super ocupadas com a sua edição (e com a escola também #vidamobile). Prometemos que as dicas de restaurantes e de eventos voltarão assim que possível. Nesse meio tempo, estaremos nos dedicando de corpo e alma à edição do vídeo. Esperamos que vocês estejam tão ansiosos como nós (e só para aliviar um pouco o suspense vamos deixar uma preview do mini-doc para vocês).

Beijinhos,

japa, loira, carioca e malú

outro dia de edição… 🎬🎥 @holypastafoodtruck

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A cultura boa da mesa está em seu início

“Comida é um elemento altamente maleável que permite ser trabalhada em novos contextos, especialmente quando a palavra de ordem é a procura pela adaptação local. Contudo, a comida, tanto como a língua são dois elementos que tardam a serem alterados, embora a comida seja diariamente consumida, delimitando quase que diariamente quem somos nós e quem são os outros. E a comida italiana, como objeto do presente estudo, nos permite pensar sobre o processo pelos quais italianos foram se fixando à paisagem da cidade e estabelecendo relações muito diferentes com o espaço urbano e com sua própria italianidade.” – Janine Helfst Leicht Collaço

Como explicar a influência italiana em São Paulo nos dias de hoje? Para isso, é preciso recorrer ao início, como uma boa e velha história. Só, então, poderemos entender seu desfecho, que é, no caso, os dias de hoje. Resgatando o passado entederemos também os dias atuais e, assim, conseguiremos mergulhar no tema que será foco no nosso documentário.

Para melhor embasar nossa pesquisa, lemos alguns artigos acadêmicos, dentre eles: “Sabores e Memórias: cozinha italiana e construção identitária em São Paulo”, escrito por Janine Helfst Leicht Collaço, e “A  influência da cultura italiana em São Paulo”, de Grazielle Gonçalves de Oliveira. Nesse post, selecionamos e adaptamos alguns trechos que consideramos mais relevantes para o nosso trabalho. Esperamos que gostem dessa história dos italianos que vieram para a nossa cidade.

Segundo Grazielle Oliveira, os italianos, no final do século XIX, encontravam-se em um período de crise econômica. As guerras pela unificação de seu país resultaram em altos índices de desemprego. Isso fez com que muitos optassem por vir ao Brasil em busca de melhores condições de vida e de novas oportunidades.

Como fora apontado por essa mesma estudante: “No Brasil cerca de 15% da população italiana se encontra em São Paulo. (…) Nessa província, as plantações de café progrediam e necessitavam cada vez mais mão de obra. (…) Até o ano de 1930, deram entrada de 1.078.437 imigrantes italianos no estado, que vieram para a cidade para trabalhar principalmente nessas lavouras.”

A grande maioria dos italianos se concentraram na Mooca, no Bixiga e na Barra Funda. “Estes bairros foram os pontos de partida para Culinária Italiana em São Paulo, os imigrantes italianos trouxeram suas malas e um mundo de especiarias e receitas típicas de seu país de origem. A culinária veio junto com os sonhos desses italianos que juntavam sabor e aroma de sua terra natal e também criavam pratos com os oferecidos pela nova Terra. Juntamente com receitas de diversas regiões da Itália trazidas pelas ‘nonnas’’ e desenvolvidas no almoço de domingo, reunindo diversas famílias de diferentes regiões da Itália no mesmo quintal.”

“São Paulo tem a maior comunidade de italianos do país, com cerca de 32% da população do Estado, totalizando 13 milhões de italianos e descendentes segundo dados de 2013 IBGE. Com tantas pessoas, a sua culinária se tornou forte aqui em São Paulo a influência é tanta que nosso público paulista acabou sendo atraído pela boa culinária italiana.” Não é por acaso que sua cultura é tão presente no paladar e na mesa dos paulistanos. A vinda dessas pessoas e a difusão de seus costumes na época foi tão significativa que se faz presente até os dias de hoje.  É por isso que não é estranho ouvir alguém dizer “Antipasti, secondo, formaggio frutta, dolce e caffé”. Afinal, esses são alguns dos pratos italianos que foram incorporados no cotidiano da cidade.

VOCÊ SABIA? : Você sabia que São Paulo é a cidade que mais consome mais pizza no mundo? Este tipo de gastronomia é caracterizada pelo significado de sua historia com base na sua cultura de ingredientes da região de Bota. 

– japa e loira

Itália: entre a tradição e a inovação

“É porque as tradições (…) não aparecem já completamente formadas na origem, mas são criadas, modeladas, definidas progressivamente pela passagem do tempo e os contatos entre culturas que, segundo os momentos, se cruzam ou se enfrentam, se sobrepõem ou se misturam. (…) Cada “tradição” é filha da história – e a história nunca é imóvel. (FLANDRIN; MONTANARI, 1988, p.868).”

Na Itália, onde a comida da mamma e a da nonna são vistas como as melhores do mundo, a inovação vai lentamente modificando o mangiare, à medida que chefes revolucionários, como o premiado Massimo Bottura, vão ganhando espaço no paladar dos locais.  

Como já dissemos em outros posts, nosso mini-documentário tratará de duas vertentes da cozinha italiana: uma mais moderna e outra mais tradicional. Resolvemos, então, pesquisar um pouquinho mais sobre cada uma dessas tendências para que possamos tratá-las de forma mais profunda em nosso projeto final.

A história do mais importante chefe italiano, Massimo Bottura, é  retratada no primeiro episódio do programa de TV Chef’s Table. Após passar um tempo trabalhando para o francês Allain Ducasse, Massimo estava determinado a enfrentar um desafio: inovar a culinária de seu país, mesmo sabendo que, para isso, teria que enfrentar duras críticas. A Itália foi unificada a apenas 150 anos, mas a sua história tem mais de 26 séculos. Questionar as tradições locais não é tarefa fácil.

Nos primeiros cinco anos, quase ninguém frequentava seu restaurante, a Osteria Francescana. Revistas, como a local Gambero Rosso, criticavam duramente o estabelecimento, acusando Bottura de estar envenenando as receitas da nonna. Foi apenas em abril de 2001, depois de uma resenha positiva publicada na Espresso, que Massimo passou a ser reconhecido. Atualmente, possui 3 estrelas Michelin e ocupa a 3ª posição na lista dos 50 melhores restaurantes do mundo, San Pellegrino.

Após assistir esse episódio, percebemos o modo como algumas regiões da Itália, especialmente Modena e Bolonha, ainda são muito apegadas à tradição, criticando os que estão dispostos a correr riscos para criar pratos novos. Sabendo que tínhamos que pesquisar em sites mais acadêmicos para melhor embasar nossa pesquisa, procuramos alguns artigos que tratassem ora do modo contemporâneo de cozinhar ora do próprio exemplo de inovação que Massimo representa. O texto mais interessante foi: Feeding Thought. Por una filosofía de la cocina y la gastronomía. Como ele foi escrito em espanhol, resolvemos traduzí-lo, selecionando apenas os trechos que consideramos mais importantes.

“O movimento de arte que nos interessa é o chamado ‘marco de cozinha de investigação’ também chamado de Research Cooking. O que cozinheiros criativos como Ferran Adrià, René Redzepi, Massimo bottura, Heston Blumenthal, Andoni Aduriz ou Joan Roca estão fazendo com seus pratos e menús é até o momento considerado por muitos como um ‘artesanato’. No entanto, o que fazem é arte com os mesmos direitos que qualquer outra prática artística contemporânea.”

“O Food Art é uma arte, que apesar de ter sido recentemente designada, existe desde as primeiras civilizações. Com esse término apontam-se aquelas práticas artísticas que têm como material e referente simbólico principal a comida, seu processo de produção e de degustação. (…) Últimamente, esse tipo de arte tem sido amplamente reconhecido em uma série de exposições de grande compromisso institucional: em Salamanca, a exposição Comer o no comer de 2003; em Düsseldorf Eating the Universe em 2010; até as mais recentes como L’art de menjar, em La Pedrera de Barcelona e Counter Space, uma exposição sobre cozinha moderna no MoMA, ambas em 2011.”

Entende-se, portanto, que os pratos feitos por Massimo são verdadeiras obras de arte, podendo ser, assim como qualquer outra criação, criticados. O chefe pretendia inovar a culinária italiana e assim o fez, renovando receitas milenares e, dessa forma, unindo o tradicional com o contemporâneo.

Para saber mais sobre essa junção dessas duas vertentes culinárias, lemos também Os Lugares da Tradição e da Inovação na Culinária Regional, escrito por Maria Garcia Gimenes e Luciana Patrícia de Morais.

“Ao sublinhar a inserção das práticas alimentares na dinâmica identitária, entende-se que o ressurgimento dos regionalismos no mundo contemporâneo – que tem como uma de suas expressões a proliferação de imagens em torno da comida regional – é um fenômeno que deve ser contextualizado e observado em seus variados aspectos.

A partir do final da década de 1970, com a intensificação do processo de globalização e suas implicações, a tensão entre um presente cada vez mais rápido e a necessidade de se estabelecer uma continuidade em relação ao passado e ao futuro, tornou mais evidente o diálogo entre tradição e inovação. Em outras palavras, com a aceleração do tempo e a compressão do espaço, o deslocamento a outros lugares foi facilitado, assim como o acesso a outras culturas.”

Percebe-se nos excertos acima como a globalização foi um fator que contribuiu para o atual panorama culinário. De certo, é possível apontar que Massimo só resolveu mudar o paladar italiano após passar algum tempo trabalhando para o francês Ducasse. Ao embarcar nesse desafio, o italiano foi condenado como um traidor da cultura de Modena. Afinal, estaria de certa forma rompendo com o que as autoras de Os Lugares da Tradição chamaram de parte de um patrimônico cultural.

“Neste sentido, considera-se pertinente pensar as comidas tidas como tradicionais sob o ponto de vista do patrimônio cultural iv. Nestor Garcia Canclini (1994) define como patrimônio o que um grupo considera como sua cultura própria, específica, e que, portanto, o identifica entre os demais. Esta definição dos traços próprios de uma cultura implica em um jogo de lembranças e esquecimentos em que alguns traços característicos são evidenciados em detrimento de outros, com o sentido de conferir unidade à diversidade que caracteriza de fato o grupo. Espaço de disputas políticas, portanto, o patrimônio cultural tende a ocultar os conflitos inerentes à sociedade, expressando noções e valores compartilhados e instituindo um lugar de cumplicidade social.”

Tortellini tradicional. Créditos clique aqui.

Com essa pesquisa, conseguimos entender um pouco mais do conflito que existe entre a culinária mais tradicional e a mais moderna. Procuraremos tratar das diferenças entre esses dois modos de se cozinhar em nosso documentário. Mas, por ora, recomendamos que vocês assistam o episódio do Chef’s Table, já que sabemos que vocês também são fãs de l’art di mangiar bene. 

– japa e loira

Sobre rodas

Nos foi proposto pesquisar mais sobre os temas que vamos abordar no mini-documentário que produziremos até o final do ano. Mas essa pesquisa não era pra ser nada informal ou banal: tinha que ser séria, acadêmica. Com certeza, isso é muito importante! Afinal, temos que ter uma boa base sobre o assunto para que nosso trabalho final não seja superficial ou pouco interessante. E não podemos esquecer da hora de entrevistar as pessoas: não tem como chegar sem saber o que falar, com perguntas pouco sólidas.

Só que o tempo corre e parece que corre contra nós. Trabalhos, provas, estudar, filmar, publicar, planejar. E não pode esquecer de comer nem dormir, claro. É bem complicado nos aprofundarmos sobre o tema tanto quanto gostaríamos.

Resolvemos, então, dividir o trabalho em duas pesquisas mais abrangentes: uma sobre food trucks e outra sobre cantina italiana. Moderno e tradicional.

Nós, carioca e malú, ficamos com a parte de comida de rua e restaurantes sobre rodas e, para achar informações, pesquisamos o tema no Google Academics (Google Acadêmico). E encontramos dois artigos que consideramos bem relevantes e complementares. O primeiro é Comida de Rua na Cidade de São Paulo, SP: Uma Breve Descrição 1, escrito por Marcelo Traldi Fonseca, João Kulcsar, João Pregnolato, Monica Bueno Leme; o segundo é Representações Sociais da Comida no Meio Urbano: algumas considerações para o estudo dos aspectos simbólicos da alimentação 2, de Rosa Wanda Diez Garcia.

São arquivos bem grandes, então selecionamos pra vocês algumas partes que consideramos mais importantes para o nosso trabalho, seguindo uma linha de raciocínio:

“A alimentação está envolta nos mais diversos significados, desde o âmbito cultural até as experiências pessoais. Há momentos mais propícios para o doce, o salgado, a bebida, a fartura ou a restrição alimentar, que são impregnados de significados culturalmente determinados. Nas práticas alimentares, que vão dos procedimentos relacionados à preparação do alimento ao seu consumo propriamente dito, a subjetividade veiculada inclui a identidade cultural, a condição social, a religião, a memória familiar, a época, que perpassam por esta experiência diária.

Na literatura, na religião, nas artes culinárias, no cinema, estão presentes histórias, exemplos do simbolismo alimentar. Em torno da mesa, são consagradas as confraternizações, são transmitidos valores culturais, são rememoradas nossas raízes, reforçadas as relações afetivas e de parentesco. De caráter abstrato, este simbolismo é constantemente ressuscitado pela experiência visceral e pelos órgãos dos sentidos, enquanto, no plano concreto, é reinterpretado a cada momento segundo as condições disponíveis constituindo-se em instância que veicula e reproduz também a realidade.” 2

Ou seja, há mais por trás do alimento do que simplesmente o comer. Algumas receitas e tradições nos remetem à  determinada cultura, época ou experiência. E dependendo do contexto em que essa cultura gastronômica está inserida, ela é transformada, “reinterpretada”. Como os food trucks italianos do nosso tema, por exemplo.

“Pode-se definir comida de rua, segundo Leme e Campana (2004), como o “tipo de alimentação preparada, cozida ou finalizada e vendida na rua, seja a partir de pontos de venda fixos (mercados), móveis (carrinhos), temporários ou sazonais (feiras típicas) e temporários periódicos (barracas)”. Todavia este conceito pode ser ampliando considerando os alimentos que não são preparados ou cozidos ou finalizadas nas ruas, mas são apresentados prontos, como biju, cocada, queijadinhas, algodão-doce, entre outros. O seu consumo é democrático, uma vez que os preços são, em sua maioria, acessíveis, mesmo aqueles que vivem na linha da miséria conseguiriam alguns trocados que lhe garantam a possibilidade de comer algo; muitas vezes estes contam com a caridade dos vendedores que lhes dão sobras ou produtos danificados, não estão adequados para venda. Por ter este caráter democrático pode-se encontrar consumindo em uma feira de rua (localizada em uma região que os apartamentos novos chegam a custar R$ 13.000,00 o metro quadrado construído) um sem teto e uma senhora com idade mais avançada usando roupas de grifes e joias, consumindo com o mesmo prazer aquele pastel que custa R$ 3,50” 1

“A legalização pode garantir a subsistência de diversas famílias, ao mesmo tempo em que a autoridade pública mantem o controle sobre a qualidade dos produtos vendidos a população. Esta atividade pode ser estimulada criando uma situação de emprego e de renda de forma positiva, como fizeram os Estados Unidos em 2010, durante a recessão que abateu a economia do país, que estimulou o desenvolvimento de pequenos negócios de alimentação de forma sistematizada e referenciada, publicando no website oficial do governo americano de Pequenos Negócios. Também artigos publicados informando sobre a abertura desse tipo de negócios, incentivam as pessoas a abri-los. Desta forma, uma nova onda de negócios criou corpo no incentivo aos food trucks, veículos que podem ser vans, trailers ou caminhonetes, entre outros, adaptados para funcionarem como pequenos restaurantes. Alguns profissionais que gostariam de investir em um novo negócio, mas não tinham dinheiro suficiente para montar um restaurante tradicional com investimentos por volta US$ 400.000, optam por um food truck, cujo valor oscila entre US$ 20.000 e US$50.000,00, conforme indica Shouse (2012). Essas iniciativas criaram um grande movimento no mercado americano de alimentação, abrindo milhares de empregos e novas oportunidades para que os consumidores possam ter comida de qualidade, com preços acessíveis, em locais de grande fluxo de pessoas e com segurança, uma vez que estes estabelecimentos são verificados pela vigilância sanitária e tem licença para operar” 1

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Food-truck de comida italiana: Holy Pasta
Food-Truck-Event-Aerial-Pic
Food-trucks como possibilidade de convívio com o espaço e com outro. Festival em Lages, SC
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Um dos muitos carrinhos que vendem hot-dog em NY, EUA: onde a moda dos “restaurantes sobre rodas” começou.

É isso. Achamos que essa pesquisa pode nos ajudar muito a entender o tema, sua relevância e surgimento. Assim, teremos um repertório maior para desenvolver o projeto. Esperamos que ajude vocês também!

– carioca e malú